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Leite, Margarida Josefa de Abreu. Fl. 1738, segunda mulher de Jerónimo lobo Guimarães
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- Segunda mulher de Jerónimo Lobo Guimarães, sem descendência. Foi sobrinha de João Leite Ferreira que assinou o seu dote em 1731.
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Leal, Veríssimo. Fl. 1727, metre do navio Santa Rosa
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latoeiro
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- A Latoaria é a arte e o ofício do latoeiro ("tinsmith" em inglês), o artesão que produz, repara e recondiciona artefatos produzidos em metal de cor clara ou amarelada, particularmente a lata ou o flandres, nome popular da chapa de aço estanhada ou chapa de aço galvanizada (também chamada de zincada).
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Landa, Henrique. Fl. 1726, capitão
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juros
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Irmandade dos Clérigos do Porto
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- A Irmandade dos Clérigos do Porto resultou da união de três confrarias de clérigos pré-existentes na cidade – Confraria dos Clérigos de São Pedro ad Vincula, Confraria dos Clérigos Pobres de Nossa Senhora da Misericórdia e Congregação de São Filipe Néri –, de forma a unirem esforços numa só instituição e evitarem assim a possibilidade de extinção de uma ou todas as confrarias. A união, em 1707, deu assim origem à Irmandade do Socorro dos Clérigos Pobres, erigida na Igreja da Santa Casa da Misericórdia, sob proteção dos padroeiros das confrarias anteriores. A criação da Irmandade dos Clérigos do Porto foi oficializada por Breve Pontifício de Clemente XI, de 6 de Outubro de 1710. Neste Breve, foi igualmente concedida à Irmandade a exclusividade de existência numa légua de circunferência da cidade, de forma a garantir o estabelecimento e progresso da mesma.
https://papir.cehr.ft.ucp.pt/index.php/irmandade-dos-clerigos-do-porto
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Interrogatório
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inquirição
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Imaculada Conceição, José Joaquim. Fl. 1799-1801, Padre Mestre Comissário Visitador
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Hospital de Santa Clara
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- O antigo Hospital de Santa Clara era uma instituição de saúde sediada na Rua dos Mercadores, no Porto, com origens que remontam a 1295 como albergaria. Anexado à Confraria de Nossa Senhora da Misericórdia em 1521, funcionou até ao final do século XVIII, com doentes a serem transferidos para o Hospital de Santo António por volta de 1801.
Localização: Situava-se na entrada da Rua dos Mercadores, na zona norte, próximo da esquina.
História: Foi uma das albergarias mais antigas da cidade, mencionada no testamento do cónego Abril Peres em 1295.
Funcionamento: Em 1521, D. Manuel anexou-o à Misericórdia do Porto, juntamente com outros hospitais, sendo posteriormente substituído pelo Hospital D. Lopo de Almeida e mais tarde pelo de Santo António.
Contexto: Fazia parte da rede de assistência a pobres e enfermos da cidade do Porto no final da Idade Média e início da Moderna.
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Hospital da Santa Casa da Misericórdia do Porto
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Hospital da rua das Flores
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- Antigo hospital-albergaria de Rocamador.
No tempo de D. Sancho I foi criada no Porto uma albergaria (designação atribuída na época aos hospitais) na qual se dava assistência a doentes e necessitados. Tal foi a importância deste hospital que, em 1521, D. Manuel I anexou-o à Santa Casa da Misericórdia do Porto. A designação do hospital variou ao longo dos tempos. Começou por ser de Santa Maria do Rochedo, mais tarde de Rocamador e, a partir de finais do séc. XVI, acabou por adotar o nome de D. Lopo, pelos avultados bens que o clérigo Lopo de Almeida legou à instituição quando faleceu em 1584. Tais verbas permitiram a reconstrução e alargamento do antigo Rocamador, construindo-se uma nova ala com frente para a rua das Flores.
No entanto, o desenvolvimento da cidade e o seu contínuo crescimento levou à construção de um novo hospital, mais moderno e de muito maiores dimensões, cuja primeira pedra foi lançada em 1770: o hospital de Santo António. Do velho hospital de D. Lopo chegaram aos nossos dias o antigo claustro, algumas celas para doentes mentais e a entrada da capela, por trás do n.º 171 da rua das Flores. O espaço foi recentemente intervencionado num projeto do arquiteto Jorge Patrício Martins.
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hospital
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Homem de negócios
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homem de negócio
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Holanda, António. Fl. 1731, tabelião do Porto
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Gusmão, Bernardo Pereira de. Fl. 1725-1747, Desembargador da Relação do Porto
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Guimarães, Simão Lobo. 1687-1736, Homem de negócios
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- Simão Lobo Guimarães nasceu em Sampaio, freguesia de Guimarães, a 29 de outubro de 1687, filho de Pedro Lobo e Paula Antunes, irmão de Ana Maria Lobo Guimarães. Foi Homem de negócios no Brasil onde faleceu em 1736, na cidade da Baía.
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Guimarães, Maria Teresa Lobo. 1680-1732, irmã de Ana Maria Lobo Guimarães
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- Nasceu na freguesia de S. Paio, Guimarães, em 1680. Foi casada com Manuel Machado de Miranda, de quem teve uma filha, Ana Maria Machado.
Casou-se pela segunda vez com o doutor António de Freitas Sampaio, de quem não teve descendência, a quem deixa cem mil réis e a propriedade da Madre de Deus, enquanto viver, e um anel de diamantes.
Faleceu com 52 anos.
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Guimarães, Luís de Sousa. Fl. 1726-1735, homem de negócios do Porto e procurador de Jerónimo Lobo Guimarães
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