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Claro Francisco Nogueira (1708-post.1765) era reinol natural da freguesia de São João de Nogueira, termo de Viana, cujos pais e avós teriam origem na lavoura. Na década de 1730, residia em Santos, onde exercia o cargo de sargento-mor. Vivia de “negócio grande” e era alfabetizado. As estimativas quanto à sua fortuna ao final da década de 1730 variavam entre 10 000 000 e 20 000 000 réis. É provável que tenha perdido grande parte da sua riqueza, pois, em 1765, sua esposa declarou apenas 1 600 000 réis no recenseamento da vila de Santos. Nogueira conseguiu obter o hábito de familiar do Santo Ofício, por volta de 1749.
FONTE: AIDAR, Bruno (2019). O Conselho Ultramarino e a arrematação dos contratos da América portuguesa: o caso da capitania de São Paulo, 1723-1760 https://scispace.com/pdf/o-conselho-ultramarino-e-a-arrematacao-dos-contratos-da-4ec0l6fhm7.pdfClaro FRancisco Nogueira foi pretendente a familiar do Santo Ofício, tenente da ordenança da vila de Santos (Brasil), natural da freguesia de S. João de Nogueira, termo da vila de Viana, arcebispado de Braga, filho de João Francisco e de Justa Álvares; neto paterno de Domingos Francisco e de Antónia Francisca; e materno de Francisco Álvares e de Maria Martins. Casado com Felícia de Araújo Buena, filha de Manuel Gonçalves de Araújo e de Mariana Buena. Em 1749, o habilitando apresentou segunda petição, sendo então sargento-maior na Corte.
Fonte: PT/TT/TSO-CG/A/008-002/1121
TSO-CG, Habilitações Incompletas, doc. 1121