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Assuntos
Termo de Assuntos Nota de âmbito contar Descrição arquivística contar Registo de autoridade
espadeiro
  • Fabricante ou vendedor de espadas.
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escrivão da Correição do Cível da Relação do Porto 0 0
escrivão da câmara eclesiástica do Porto
  • o Escrivão da Câmara pertence: registar sentenças crime tiradas dos processos; as colações e confirmações de benefícios; as provisões; as matrículas das Ordens; as cartas de Cura, Coadjutoria, Encomendação, Iconímia e Ermitaria; as licenças para confessar ou pregar; os títulos dos benefícios, pensões e patrimónios; termos de sujeição dos confrades ou irmãos que erigirem confrarias eclesiásticas; dos pedidos de certidões de baptismo ou casamento; termos dos culpados em visitação; termos das licenças dadas a Párocos para se ausentarem; matrícula dos ordinandos; fazer todas as diligências das Ordens, matrículas, e cartas de Ordens e de matrículas, a justificação ®de genere¯, moribus e vita¯, as licenças para dizer ®Missa nova¯; passar cartas de vedoria para emprazar casais, herdades, etc. e cartas de autoridade aos emprazamentos, provisões de ofícios, cartas de colações, confirmações e instituições de benefícios, etc.; escrever e fazer todos os autos que perante o provisor do Auditório Eclesiástico se processarem.
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escrevente
  • Diferentemente do escrivão (que era o oficial público com fé pública, nomeado por mercê real ou por autoridade superior), o escrevente era frequentemente um auxiliar. Ele trabalhava sob a supervisão de um escrivão ou de um magistrado, sendo "a mão" que efetivamente redigia os documentos.
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escravos 0 0
enxambrador

Usado por: ensamblador, marceneiro

  • É o nome que se dá ao marceneiro que ensambla, isto é, que faz embutidos em madeira; embutidos de madeiras raras, retábulos, embutidos de madrepérola, embutidos de metal, etc.
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entrevados 0 0
entalhador
  • Instrumento de carpintaria que serve para desenhar na madeira; é com este que se desenvolvem os desenhos da talha || oficial que trabalha a talha.
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eleições 0 0
Eduard, Ricardo. Fl. 1712, mercador inglês 0 0
Duarte, Jerónima. Fl. 1710, irma da Ordem Terceira de S. Francisco do Porto 0 0
Dren, Isaac. Fl. 1724, mercador de Londres 0 0
Drake, Richard. Fl. 1726, capitão do navio Arnette 0 0
dotes 0 0
dote de casamento 0 0
dote 0 0
Dízima do pescado de Viana do Castelo
  • A dízima consistia no pagamento da décima parte (10%) de todo o peixe capturado. Em Viana do Castelo, este imposto incidia sobre diversas modalidades de pesca, desde a faina costeira e fluvial (rio Lima) até à pesca de alto mar. O direito de cobrar a dízima era geralmente vendido (arrematado) a particulares ou grandes mercadores por períodos determinados (triénios). O arrematante pagava uma quantia fixa à Fazenda Real e, depois, lucrava com a cobrança direta aos pescadores.
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Dízima do pescado
  • O direito à dízima era um décimo taxado sobre o produto das pescas. IN Gomes, Sandra Rute Fonseca. Territórios medievais do pescado do Reino de Portugal. MS thesis. 2011. https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/18460
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diamantes 0 0
despesa 0 0