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Assuntos
Termo de Assuntos Nota de âmbito contar Descrição arquivística contar Registo de autoridade
Cabeleira
  • As cabeleiras artificiais e os cabelos empoados marcaram a imagem deste período do século XVIII. O estilo e o tamanho foram-se alterando, das compridas e armadas com caracóis às mais simples de rabo-de-cavalo preso com fita de seda preta.
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cais de Massarelos 0 0
cais de Santarém 0 0
caixeiro 0 0
Caldas, Manuel Vaz. Fl. 1734, homem de negócios 0 0
caldeireiro
  • Oficial que faz caldeiras
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Calheiros, Luís Álvares. Fl. 1733-1734, capitão da nau Nossa Senhora da Madre de Deus, S. José e Almas 0 0
calomel de turquet 0 0
cama de vento
  • Cama de campanha - Móvel de estrutura retangular, tem a cabeceira com a parte superior com contorno recortado em curvas e contracurvas, em rocalha, arrematada por ornato formando por feixes de plumas entalhadas.
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Câmara, Francisco José da. Fl. 1733-1735, capitão de mar e guerra 0 0
Camelão
  • Pano grosseiro originário do Oriente feito inicialmente de pêlo de camelo de onde deriva o seu nome. Foi introduzido na região da Flandres desde a Idade Média II tecido de lã que se usava antigamente para confeccionar saias ou capotes II o camelão de seda era uma variedade de tafetá ou chamalote fabricado em Itália. Fonte: Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, 1981, vol. 5, p. 586; vol. 6, p. 580. MD
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Camelo, José Godinho. Fl. 1717, capitão tenente 0 0
Camelo, Manuel. Fl. 1710, oficial de pintor 0 0
Campos, António de Deus. Fl. 1725, administrador do contrato da guarda costa 0 0
canastreiro 0 0
Caparosa

Usado por: coparrosa

  • mercadoria química e mineral fascinante que surge com enorme frequência nos livros de conta corrente do século XVIII, como o de Domingos Vieira Ribeiro. Trata-se de um sulfato metálico, geralmente apresentado na forma de cristais, e era um dos pilares da "química industrial" da época. Dependendo da sua cor e composição, tinha aplicações muito distintas: 1. Tipos de Caparosa No comércio do Porto de 1705-1713, a distinção era fundamental para o preço: Caparosa Verde (Sulfato de Ferro): A mais comum. Era essencial para o fabrico de tinta preta (tinta de escrever) e para tingir tecidos e couros de preto. Caparosa Azul (Sulfato de Cobre): Mais cara, utilizada na agricultura (como fungicida primitivo), na fundição de metais e na obtenção de pigmentos azuis/esverdeados. Caparosa Branca (Sulfato de Zinco): Menos frequente, usada em farmácia e na secagem de tintas a óleo. Tingidores e Curtidores: Localizados, muitas vezes, junto ao rio ou em zonas de ribeira, usavam a caparosa verde como "mordente" para fixar cores escuras em peles e panos. Escriturários e Notários: A tinta "ferrogálica" (usada para escrever) era feita com caparosa verde, galhas de carvalho, goma arábica e água ou vinho. Oficinas de Metalurgia: Usadas para limpar metais e em processos químicos de douramento ou prateamento.
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caravela 0 0
caravela Santo António e Almas 0 0
carcereiro da Relação 0 0
Cardoso, João Baptista. Fl. 1747, escrivão do juízo de fora geral 0 0