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Caparosa

Usado por: coparrosa

  • mercadoria química e mineral fascinante que surge com enorme frequência nos livros de conta corrente do século XVIII, como o de Domingos Vieira Ribeiro. Trata-se de um sulfato metálico, geralmente apresentado na forma de cristais, e era um dos pilares da "química industrial" da época. Dependendo da sua cor e composição, tinha aplicações muito distintas: 1. Tipos de Caparosa No comércio do Porto de 1705-1713, a distinção era fundamental para o preço: Caparosa Verde (Sulfato de Ferro): A mais comum. Era essencial para o fabrico de tinta preta (tinta de escrever) e para tingir tecidos e couros de preto. Caparosa Azul (Sulfato de Cobre): Mais cara, utilizada na agricultura (como fungicida primitivo), na fundição de metais e na obtenção de pigmentos azuis/esverdeados. Caparosa Branca (Sulfato de Zinco): Menos frequente, usada em farmácia e na secagem de tintas a óleo. Tingidores e Curtidores: Localizados, muitas vezes, junto ao rio ou em zonas de ribeira, usavam a caparosa verde como "mordente" para fixar cores escuras em peles e panos. Escriturários e Notários: A tinta "ferrogálica" (usada para escrever) era feita com caparosa verde, galhas de carvalho, goma arábica e água ou vinho. Oficinas de Metalurgia: Usadas para limpar metais e em processos químicos de douramento ou prateamento.
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capelão 0 0
capitão-mor da comarca da Feira
  • Um capitão-mor era um chefe militar responsável por comandar as forças de 1.ª linha ou as tropas de segunda linha (as Ordenanças) numa determinada região, como um concelho ou uma comarca.
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caravela
  • Embarcação que variava entre os 20 e os 30 metros de comprimento e entre os 6 e os 8 metros de boca (largura), sendo capaz de deslocar cerca de 50 a 80 toneladas. Podia ter 2 ou 3 mastros, decrescendo de tamanho da proa para a popa, equipados com velas latinas (triangulares), capazes de avançar em ziguezague contra o vento. O casco estreito e fundo, dava-lhe uma grande estabilidade, sendo a sua impermeabilidade garantida pela aplicação de estopa entre as tábuas que eram revestidas com resina e alcatrão pelos calafates.
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caravela Santo António e Almas 0 0
carcereiro da Relação 0 0
Cardoso, João Baptista. Fl. 1747, escrivão do juízo de fora geral 0 0
Cardoso, José de Sousa. Fl. 1713, homem de negócios de Braga 0 0
Carneiro, José Ferreira. Fl. 1704, reverendo licenciado, escrivão da câmara eclesiástica do Porto 0 0
Carneiro, Jacinto. Fl. 1704, ourives de prata 0 0
Carneiro, Miguel Franco. Fl. 1711, irmão da Ordem de S. Francisco do Porto 0 0
carpinteiro 0 0
carregação 0 0
Carta patente
  • Carta patente, destinada a reconhecer um irmão da Venerável Ordem Terceira de S. Francisco do Porto.
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Carvalho e Sousa, Manuel. Fl. 1744, ex-secretário da Venerável Ordem Terceira de S. Francisco do Porto 0 0
Carvalho, António de. Fl. 1713, irmão da Ordem Terceira de S. Francisco do Porto 0 0
Carvalho, António Teixeira de. Fl. 1727, homem de negócios 0 0
Carvalho, António Vilaça de. Fl. 1751, ex-Definidor, doutor 0 0
Carvalho, João. Fl. 1709-1710, latoeiro 0 0
Carvalho, José Nunes de. Fl. 1736, capitão da galera Nossa Senhora das Almas 0 0