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Assuntos
Termo de Assuntos Nota de âmbito contar Descrição arquivística contar Registo de autoridade
Guimarães, Jerónimo Lobo. Fl. 1682-1747, homem de negócios, contratador de escravos e Cavaleiro da Ordem de Cristo 0 0
Guimarães, José Ribeiro. Fl. 1722, capitão do navio S. Pedro de Rates 0 0
Guimarães, Luís de Sousa. Fl. 1726-1735, homem de negócios do Porto e procurador de Jerónimo Lobo Guimarães 0 0
Guimarães, Maria Teresa Lobo. 1680-1732, irmã de Ana Maria Lobo Guimarães
  • Nasceu na freguesia de S. Paio, Guimarães, em 1680. Foi casada com Manuel Machado de Miranda, de quem teve uma filha, Ana Maria Machado. Casou-se pela segunda vez com o doutor António de Freitas Sampaio, de quem não teve descendência, a quem deixa cem mil réis e a propriedade da Madre de Deus, enquanto viver, e um anel de diamantes. Faleceu com 52 anos.
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Guimarães, Simão Lobo. 1687-1736, Homem de negócios
  • Simão Lobo Guimarães nasceu em Sampaio, freguesia de Guimarães, a 29 de outubro de 1687, filho de Pedro Lobo e Paula Antunes, irmão de Ana Maria Lobo Guimarães. Foi Homem de negócios no Brasil onde faleceu em 1736, na cidade da Baía.
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Gusmão, Bernardo Pereira de. Fl. 1725-1747, Desembargador da Relação do Porto 0 0
Holanda, António. Fl. 1731, tabelião do Porto 0 0
homem de negócio 0 0
Homem de negócios 0 1
hospital 0 1
Hospital da rua das Flores
  • Antigo hospital-albergaria de Rocamador. No tempo de D. Sancho I foi criada no Porto uma albergaria (designação atribuída na época aos hospitais) na qual se dava assistência a doentes e necessitados. Tal foi a importância deste hospital que, em 1521, D. Manuel I anexou-o à Santa Casa da Misericórdia do Porto. A designação do hospital variou ao longo dos tempos. Começou por ser de Santa Maria do Rochedo, mais tarde de Rocamador e, a partir de finais do séc. XVI, acabou por adotar o nome de D. Lopo, pelos avultados bens que o clérigo Lopo de Almeida legou à instituição quando faleceu em 1584. Tais verbas permitiram a reconstrução e alargamento do antigo Rocamador, construindo-se uma nova ala com frente para a rua das Flores. No entanto, o desenvolvimento da cidade e o seu contínuo crescimento levou à construção de um novo hospital, mais moderno e de muito maiores dimensões, cuja primeira pedra foi lançada em 1770: o hospital de Santo António. Do velho hospital de D. Lopo chegaram aos nossos dias o antigo claustro, algumas celas para doentes mentais e a entrada da capela, por trás do n.º 171 da rua das Flores. O espaço foi recentemente intervencionado num projeto do arquiteto Jorge Patrício Martins.
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Hospital da Santa Casa da Misericórdia do Porto 0 0
Hospital de Santa Clara
  • O antigo Hospital de Santa Clara era uma instituição de saúde sediada na Rua dos Mercadores, no Porto, com origens que remontam a 1295 como albergaria. Anexado à Confraria de Nossa Senhora da Misericórdia em 1521, funcionou até ao final do século XVIII, com doentes a serem transferidos para o Hospital de Santo António por volta de 1801. Localização: Situava-se na entrada da Rua dos Mercadores, na zona norte, próximo da esquina. História: Foi uma das albergarias mais antigas da cidade, mencionada no testamento do cónego Abril Peres em 1295. Funcionamento: Em 1521, D. Manuel anexou-o à Misericórdia do Porto, juntamente com outros hospitais, sendo posteriormente substituído pelo Hospital D. Lopo de Almeida e mais tarde pelo de Santo António. Contexto: Fazia parte da rede de assistência a pobres e enfermos da cidade do Porto no final da Idade Média e início da Moderna.
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Imaculada Conceição, José Joaquim. Fl. 1799-1801, Padre Mestre Comissário Visitador 0 0
inquirição 0 0
Interrogatório 0 0
Irmandade dos Clérigos do Porto
  • A Irmandade dos Clérigos do Porto resultou da união de três confrarias de clérigos pré-existentes na cidade – Confraria dos Clérigos de São Pedro ad Vincula, Confraria dos Clérigos Pobres de Nossa Senhora da Misericórdia e Congregação de São Filipe Néri –, de forma a unirem esforços numa só instituição e evitarem assim a possibilidade de extinção de uma ou todas as confrarias. A união, em 1707, deu assim origem à Irmandade do Socorro dos Clérigos Pobres, erigida na Igreja da Santa Casa da Misericórdia, sob proteção dos padroeiros das confrarias anteriores. A criação da Irmandade dos Clérigos do Porto foi oficializada por Breve Pontifício de Clemente XI, de 6 de Outubro de 1710. Neste Breve, foi igualmente concedida à Irmandade a exclusividade de existência numa légua de circunferência da cidade, de forma a garantir o estabelecimento e progresso da mesma. https://papir.cehr.ft.ucp.pt/index.php/irmandade-dos-clerigos-do-porto
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juros 0 0
Landa, Henrique. Fl. 1726, capitão 0 0
latoeiro
  • A Latoaria é a arte e o ofício do latoeiro ("tinsmith" em inglês), o artesão que produz, repara e recondiciona artefatos produzidos em metal de cor clara ou amarelada, particularmente a lata ou o flandres, nome popular da chapa de aço estanhada ou chapa de aço galvanizada (também chamada de zincada).
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