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Guimarães, Maria Teresa Lobo. 1680-1732, irmã de Ana Maria Lobo Guimarães
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- Nasceu na freguesia de S. Paio, Guimarães, em 1680. Foi casada com Manuel Machado de Miranda, de quem teve uma filha, Ana Maria Machado.
Casou-se pela segunda vez com o doutor António de Freitas Sampaio, de quem não teve descendência, a quem deixa cem mil réis e a propriedade da Madre de Deus, enquanto viver, e um anel de diamantes.
Faleceu com 52 anos.
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Guimarães, Simão Lobo. 1687-1736, homem de negócios
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- Simão Lobo Guimarães nasceu em Sampaio, freguesia de Guimarães, a 29 de outubro de 1687, filho de Pedro Lobo e Paula Antunes, irmão de Ana Maria Lobo Guimarães. Foi Homem de negócios no Brasil onde faleceu em 1736, na cidade da Baía.
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Gusmão, Bernardo Pereira de. Fl. 1725-1747, Desembargador da Relação do Porto
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Harris, Timothy. Fl. 1709, homem de negócios inglês
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Heer, Pedro. Fl. 1716, capitão
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Henckell, Pedro. 1679-1746, Homem de negócios de origem da cidade de Hamburgo
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- Companhia de Pedro Henckell.
Hamburgo, Hamburgo, 1676
† Porto, Porto, 08.10.1746
Pais
Tilman II Henckell 22.12.1633
Anna Henckell c. 1635
Casamentos
Ana Maria Palmer c. 1680
Filhos
Pedro Henckel Jr.
Ignaz Anton Henckell 25.05.1712
Ana Doroteia Kopke
Ana Francisca Henckell 14.01.1720
Arnaldo João van Zeller
Fontes
Genealogía & Heráldica - nº 1 - pág. 24
Nobiliário das Famílias de Portugal - vol. X - pág. 47
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Herault, Diogo. Fl. 1711, homem de negócios
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Heroult, Diogo. Fl. 1713, homem de negócios
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- A sua firma, Diogo Heroult & C.ª (Diogo Eiró), destacou-se no comércio de vinhos do Porto durante a primeira metade do século XVIII, sendo uma das 12 principais firmas holandesas identificadas nesse período.
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Holanda, António. Fl. 1731, tabelião do Porto
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Holmer, Cristiano. Fl. 1718, homem de negócios
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homem de negócio
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Homem de negócios
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Hopman, Reinaldo. Fl. 1709, homem de negócios
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- Carta. Hábito de Cristo. Filiação: Dionísio Hopman. Registo Geral de Mercês, Mercês de D. João V, liv. 5, f. 385v, 1712-07-12, PT/TT/RGM/C/0005/52000
Carta. Tença de 12.000 reis. Filiação: Dionísio Hopman. Registo Geral de Mercês, Mercês de D. João V, liv. 5, f. 385v, 1713-04-28, PT/TT/RGM/C/0005/52004
- Entrou como irmão da Ordem de S. Francisco do Porto em 1714-04-22, 1329-002.
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hospital
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Hospital da rua das Flores
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- Antigo hospital-albergaria de Rocamador.
No tempo de D. Sancho I foi criada no Porto uma albergaria (designação atribuída na época aos hospitais) na qual se dava assistência a doentes e necessitados. Tal foi a importância deste hospital que, em 1521, D. Manuel I anexou-o à Santa Casa da Misericórdia do Porto. A designação do hospital variou ao longo dos tempos. Começou por ser de Santa Maria do Rochedo, mais tarde de Rocamador e, a partir de finais do séc. XVI, acabou por adotar o nome de D. Lopo, pelos avultados bens que o clérigo Lopo de Almeida legou à instituição quando faleceu em 1584. Tais verbas permitiram a reconstrução e alargamento do antigo Rocamador, construindo-se uma nova ala com frente para a rua das Flores.
No entanto, o desenvolvimento da cidade e o seu contínuo crescimento levou à construção de um novo hospital, mais moderno e de muito maiores dimensões, cuja primeira pedra foi lançada em 1770: o hospital de Santo António. Do velho hospital de D. Lopo chegaram aos nossos dias o antigo claustro, algumas celas para doentes mentais e a entrada da capela, por trás do n.º 171 da rua das Flores. O espaço foi recentemente intervencionado num projeto do arquiteto Jorge Patrício Martins.
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Hospital da Santa Casa da Misericórdia do Porto
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Hospital de Santa Clara
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- O antigo Hospital de Santa Clara era uma instituição de saúde sediada na Rua dos Mercadores, no Porto, com origens que remontam a 1295 como albergaria. Anexado à Confraria de Nossa Senhora da Misericórdia em 1521, funcionou até ao final do século XVIII, com doentes a serem transferidos para o Hospital de Santo António por volta de 1801.
Localização: Situava-se na entrada da Rua dos Mercadores, na zona norte, próximo da esquina.
História: Foi uma das albergarias mais antigas da cidade, mencionada no testamento do cónego Abril Peres em 1295.
Funcionamento: Em 1521, D. Manuel anexou-o à Misericórdia do Porto, juntamente com outros hospitais, sendo posteriormente substituído pelo Hospital D. Lopo de Almeida e mais tarde pelo de Santo António.
Contexto: Fazia parte da rede de assistência a pobres e enfermos da cidade do Porto no final da Idade Média e início da Moderna.
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Imaculada Conceição, José Joaquim. Fl. 1799-1801, Padre Mestre Comissário Visitador
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inquirição
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Inquisição
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